segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Que Deus ilumine nós...

 

Que Deus ilumine nós
De hoje daqui pra frente!
Nos livre de todo mau
Da picada da serpente!
Nas veredas do sertão,
Que Deus tenha compaixão;
Que Deus ilumine a gente.

Que Deus ilumine nós,
Do sertão ao litoral!
Dos grutilhões a caatinga,
Lá da serra a capital!
Em baixo desse sol quente,
Deus mande chuva pra gente
De um jeito bem natural 

Deus é o mestre de tudo,
É o autor capacitado!
Pastor que rebanha os seus,
Pastor da vida de gado!
Protetor onipotente,
Que Deus ilumine a gente;
Meu Jesus muito obrigado.

(Lalauzinho de Lalau)

quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

Pergunte, que eu respondo...

    


Peixe bom? é carapeba!
Um prato bom? é buchada!
Mulher? só presta cheirosa;
Conversa? só de calçada! 
Casa boa? é a da gente
Pão francês? só presta quente
Festa boa? é vaquejada!

Programa bom ? só o meu!
Poeta? só esse aqui!
Rei do baião? só Luiz!
Pena? só de bem ti vi!
Circo bom? é o de lona
Um carro velho? Verona!
Nos trapalhões? só Didi!

Cerveja boa? a gelada!
Rapariga? em Portugal!
Cavalo bom? é bacheiro!
Estrume? só no curral!
Ferroada? maribondo!
Pergunte, que eu respondo;
Sou Lalauzinho de Lalau.

(Lalauzinho de Lalau)

quinta-feira, 15 de janeiro de 2026

Com Jesus não estou sozinho...

 


A fé que tenho em Jesus,
Me mostra o melhor caminho!
Vou saltando os pedregulhos,
Desviando dos espinhos!
Tenho que continuar;
Rezo pra não me abalar,
Com Jesus não estou sozinho.

Cada cansaço, um descanso
No cantar do passarinho!
Cada descuido, a atenção
Me puxa devagarinho
Para não me distrair!
Tenho medo de cair;
Mas com Jesus, não estou sozinho.

Ele, é a minha força plena,
Meu vigor, o meu carinho!
Minha fé, quando levanto
Pra seguir no meu caminho!
Quando penso em desistir,
Ele diz é logo ali;
Com Jesus, não estou sozinho.

Como é que eu posso está só?
Como é que eu adivinho?
Se ele é quem desata o nó!
E me resgata do moinho,
Ele é a minha fortaleza!
Disso eu tenho certeza;
Com Jesus, não estou sozinho.

(Lalauzinho de Lalau)

quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Quando a chuva aparecer...


Enquanto ela não vem,
O vaqueiro diz: cadê?
O agricultor espera,
Plantar, pra depois colher!
O sol deixa de ser quente;
Fica tudo diferente
Quando a chuva aparecer.
 

Mato verde, terra fria
Meu sertão todo molhado!
Um passarinho agradece
No arame do cercado!
O vaqueiro solta a rês
E agradece pelo o mês
Por ter comida pra o gado.
Quando o trovão bacoleja
Traz alegria pra o ouvido!
O sertão vira um oásis
Ou fica bem parecido!
Quando o inverno aparece
O sertanejo agradece
Por ter bastante chovido. Cadê a chuva meu povo? Será que a chuva ainda vem? Nosso sertão sente sede, Esturicado também! Quando a chuva aparecer; Devemos agradecer, Rezar e dizer amém.

(Lalauzinho de Lalau)

segunda-feira, 12 de janeiro de 2026

No começo de janeiro...

 

No começo de janeiro,
Tanta coisa acontecendo!
O sertão espera a chuva,
Sei que você ta sabendo!
Tanto que a gente esperou
E a chuva ainda não chegou;
Nosso sertão sofrendo.

O vaqueiro olha pro céu,
E só ver o nevoeiro!
Tira o chapeu, faz uma prece,
Pra o nosso Deus verdadeiro!
E reza pra São José
Veja a vida como é;
No começo de janeiro.

No começo de janeiro,
Todo começo é assim!
Quem é mau, fica de bem,
Deixa de lado o pantim!
Vai pra missa, se confessa; 
Depois volta a mesma peça,
Do começo até o fim!

Sofre o velho, sofre o novo,
Sofre o povo brasileiro!
Tanta guerra, tantas lutas,
Tanto falso, e o verdadeiro?
Só Jesus de Nazaré!
É a vida como ela é;
No começo de janeiro.

(Lalauzinho de Lalau)

sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

E a confusão continua...

 

Nosso Brasil vem sofrendo
Com a cantiga da perua!
Sempre de mal a pior
E o poder compactua!
Qual o poder que não pode?
Quem é pobre se sacode;
E a confusão continua.

Os poderosos na grana
E o "pobre" no "mei" da rua!
Em cada acordo político,
Muita manobra recua!
Nas manobras do poder,
Pouca gente quê perder;
E a confusão continua.

(Lalauzinho de Lalau)

quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

Pulando em câmera lenta...

 


A vida é como dar saltos,
Sacudindo a vestimenta!
Saltando de alegria,
Onde a emoção sustenta!
A vida é uma fagulha;
Vejam, eu e Ana Julia,
Pulando em câmera lenta.

E assim, nós vamos saltando,
Vivendo da mesma ceia!
Quem dá saltos todo dia,
Muito pouco se aperreia!
Como diz a poesia:
Deus me livre todo dia;
De tanta maldade alheia.

(Lalauzinho de Lalau