Enquanto ela não vem,
O vaqueiro diz: cadê?
O agricultor espera,
Plantar, pra depois colher!
O sol deixa de ser quente;
Fica tudo diferente
Quando a chuva aparecer.
Mato verde, terra fria
Meu sertão todo molhado!
Um passarinho agradece
No arame do cercado!
O vaqueiro solta a rês
E agradece pelo o mês
Por ter comida pra o gado.
Quando o trovão bacoleja
Traz alegria pra o ouvido!
O sertão vira um oásis
Ou fica bem parecido!
Quando o inverno aparece
O sertanejo agradece
Por ter bastante chovido.
Cadê a chuva meu povo?
Será que a chuva ainda vem?
Nosso sertão sente sede,
Esturicado também!
Quando a chuva aparecer;
Devemos agradecer,
Rezar e dizer amém.
(Lalauzinho de Lalau)
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