segunda-feira, 20 de novembro de 2017

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Me trabalho ele é bem feito
Feito com dedicação
Tanto o trabalho do rádio
Como o dá televisão
E o do meu blog também
Veja isso muito bem
Pode prestar atenção

Meu verso é como cartada 
Na jogada do baralho
Meu verso é como andarilho
Pegando qualquer atalho
Meu verso é força é repente
Falando a língua da gente
Esse é o meu belo trabalho

A tarde eu estou no rádio
E também pela manhã
Toda quarta é na TV
Dá poesia eu sou fã
Levo a vida a recitar
Quem quiser mim acompanhar
É no Face, Blog ou Instagram

(Lalauzinho de Lalau)  

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Mote: A vitória é mãe de todo mundo e a derrota uma madrasta bem cruel...


Resultado de imagem para a vitória e derrota

Todos nós cobiçamos a vitória
E a conquista queremos todo dia
Pra vencer, pra ganhar, quem não queria!
Vou correndo na minha trajetória
O vencer já faz parte dessa estoria
Rabiscada por Deus no meu papel
De joelhos, roguei por Deus do céu
Pra que eu não esmoreça um só segundo
Que a vitória é mãe de todo mundo
E a derrota uma madrasta bem cruel

Sempre vamos querer ser ganhadores 
Pra dizer que somos vitoriosos
Venceremos por sermos corajosos
Mas só Deus avalia os seus valores
Porque somos humildes pecadores
Só se vence, quem chega ate o céu
Vence mais quem ajuda e rasga o véu
Pra servir o mais pobre e o moribundo
Que a vitória é mãe de todo mundo
E a derrota uma madrasta bem cruel

(Lalauzinho de Lalau)

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Cuidado com a porrada...

A imagem pode conter: 3 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé
foto-net

Com tantas críticas na rua
Ação sendo investigada
Reuniões com aliados
Conversa, porta fechada!
Sempre com mais reuniões
Pensando nas eleições
Cuidado com a porrada

Pois todo cuidado é pouco
Na ligação grampiada
A Polícia Federal
Diz, não ter medo de nada
Pois já tem preso um bocado
Mesmo estando engravatado
Cuidado com a porrada!

(Lalauzinho de Lalau) 

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Homenagem que fiz a Batista do queijo Palac...

No filme da sua vida
Ele é o grande artista
Nasceu no Sitio Ipueira
Foi o primeiro da lista
Honesto, trabalhador 
Sertanejo de valor
Quem, não conhece Batista!

Um homem de muitas lutas
De fé e sabedoria
Filho de Joana e Francisco
No mês de outubro nascia
 No ano de trinta e sete
Deus abençoa e promete
De Batista, cada dia

Oitenta anos de historia
Seis filhos e uma mulher
E com seus dezesseis netos
E dois bisnetos no pé
E a garra de juventude
Seu caráter e atitude
Mostra o homem que ele é

Dudu, Saúde e Selma
Sédima, Célia e Paulinho
Iago o neto querido
Que cria desde novinho
Esse faz engenharia
Batista sempre lhe guia
Sempre no melhor caminho

O seu hobby é vaquejada
Que sente muito prazer
Viaja pra todo canto
Vive por saber viver
Batista é bom camarada
Vai pra toda vaquejada
Pra ver Iago correr

Tem um leque de amizade
De fé, irmão camarada
Dudu o filho mais velho
Segue na mesma pisada
Na ausência de Batista
Faz presença de otimista
Dentro da mesma morada

É o xodó das meninos
 É o xodó das meninas
Viu a poeira da estrada
Sol forte, chuva e neblinas
O limite e nos confins
Se instalando em Tocantins
Na cidade de Colinas

Um doutor sem doutorado
Homem com graduação
Tem mestrado em heroísmo
Princípios de formação
Na faculdade da vida
É bom na volta e na ida
Nas voltas do coração

Oitenta anos de historia
De fé e sabedoria
Vive essa vida de gado
Conduz a cavalaria
Na carroça do destino
Sem cometer desatino
Parabéns pelo o seu dia

Casado com uma mulher
Tão excelente e bacana
Sincera e trabalhadora
Junta os filhos na semana
No gesto mais que comum
Ela abraça cada um
Exemplo de mãe, é Joana!

Que Deus do céu lhe abençoe
Traga amor, saúde e paz
Mais palavras de conforto
Abraços que a vida traz
Hoje está de idade nova
Deus lhe deu um 10 na prova
Tudo isso e muito mais

(Lalauzinho de Lalau)

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Homenagem que fiz aos amigos, Artur Matias, Ednor Moura, Dedé de Anália e Dr Irinaldo...

No Nordeste brasileiro
Na cultura e no forró
Na bravura do vaqueiro
Valente como ele só
Na festa mais animada
A força da vaquejada
Está aqui em Mossoró

Temos os melhores Parks
Espalhados na cidade
Mossoró é um celeiro
Falo com sinceridade
Nessa terra abençoada
Na festa da vaquejada
Tem-se um ciclo de amizade

E entre os grandes vaqueiros
Outros se destacam mais
Por mostrar a valentia
Junto com os seus animais
Nesse esporte tão comum
Posso citar um a um
Do mais velho ao mais rapaz

Aqui eu destaco um
Ednor da selaria
O grande Ednor Moura
Conhecido por Gambia
Que nunca perdeu o brilho
Sempre aplaudiu os seus filhos
Cada vez que um corria

Grande Dedé de Analía
Um cidadão brasileiro
Ama o esporte, bate palmas
Sempre tirou em primeiro
Por que é experiente
Esse é o amigo da gente
Valeu amigo vaqueiro

Existe outro vaqueiro
Eu digo antes que esqueça
Com título de campeão
Que o seu dom não enfraqueça
Medo ele corta em fatias
É o grande Artur Matias
Nunca baixou a cabeça

Grande Dr Irinaldo
Que ama o esporte demais
Ele Doutor duas vezes
No anel, nos festivais!
Na festa da vaquejada
Com Título de camarada
Amigo dos animais

Cada um com o seu papel
Cada um com o seu jeito
Cada um em sua cadeira
Merece o nosso respeito
Todos pela a vaquejada
Na festa mais adorada
Leva o esporte no peito

Obrigado Dr Duarte!
Parabéns pelo o seu dia
Ele quem deu o presente
Em forma de poesia
A esses homens do gado
Viva Dr Irinaldo
Artur, Dedé e Gambia

(Lalauzinho de Lalau) 

sexta-feira, 10 de novembro de 2017

Bala vai e bala vem...

Resultado de imagem para bala vai e bala vem em mossoró

Parece até Bang Bang
Na terra que eu quero bem
Sempre aparece alguém morto  
Armados não sei por quem
Trocam tiros com a policia
Sempre existe essa notícia
Bala vai e bala vem

Sempre tem um baleado
Morrendo só o que tem
Droga sempre aprendida
Nessa terra tem também
Como ninguém não é surdo
Aqui se esculta de tudo 
Bala vai e bala vem

(Lalauzinho de Lalau)

quinta-feira, 9 de novembro de 2017

Sem nada pra lhe dizer...

Depois de tanto mostrar
Tudo em versos pra você
Depois de tanta notícia
Que aqui eu pude escrever
Hoje estou sem inspiração
Faltou mais informação
Sem nada pra lhe dizer

Mesmo aqui dizendo algo
Sem nem saber o porquê
Com o verso metrificado
Sem abuso de poder
Sem nenhuma alteração
Sem alguma inspiração
E sem nada pra lhe dizer

Mesmo assim meu verso trás
Um pouco desse saber
Nós sabemos muito mais
Aprendo e quero aprender
 É vivendo e aprendendo
Mesmo assim vou escrevendo
Sem nada pra lhe dizer  

(Lalauzinho de Lalau)