segunda-feira, 22 de agosto de 2011

NÃO QUERO FALAR DE SANGUE...


Não quero falar de sangue
Sou obrigado a falar
Só vejo sangue na rua
Aqui, alí e aculá
Na calçada, no portão
No carro do camburão
Também na porta do bar

Vejo sangue na mulher
E naquele viciado
Sangue na ponta da faca
No coturno do soldado
Sangue lá no matagal
Sangue lá no hospital
Muíta jovem insanguentado

Não quero falar de sangue
Mais me sinto obrigado
Nesse final de semana
Foi muito movimentado
Foi sangue torto e a direito
Do pé a ponta do peito
Que mundo desmantelado

Mas sei que o maior problema
Vem do próprio cidadão
Que se abroxima do mal
Sem qualquer explicação
E  esquece de Jesus
Um grande espirito de luz
Que pede o seu coração



(Lalauzinho de Lalau)


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